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domingo, 18 de março de 2012

Estruturalismo vs Funcionalismo

Foi com Wilhelm Wundt que nasceu a psicologia moderna, uma ciência separada da filosofia. Através do seu laboratório na Alemanha, Wundt realizava testes que pudessem demonstrar os fenómenos da consciência e conhecer as estruturas da mente. Para isso, utilizou a introspeção: apresentava-se um estímulo visual ou um som a indivíduos, e estes teriam que descrever as sensações que a experiência lhes provocava. Através deste processo, Wundt queria extrair a mais simples das sensações e sentimentos da experiência consciente, o que faz com que o objetivo fosse descrever uma experiência (pela intensidade, duração, modo) sem interpretar o que estava a acontecer.


William James criticou os métodos estruturalistas de Wundt, preocupando-se apenas por responder a questões como “o que fazem os homens?” e “porque o fazem?”. James elegeu a consciência como centro das suas preocupações e tentou compreender o seu funcionamento. O importante para ele era estudar os processos que o Homem utiliza para se adaptar ao meio.

Com isto, nota-se claramente uma oposição entre estas duas teorias. Enquanto que o estruturalismo se preocupava com os elementos da consciência, o funcionalismo preocupava-se com a função da consciência e do comportamento.




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